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    Sobre 30-40mmHg

    Meia de Compressão 30–40 mmHg: O Que É e Para Quem é Indicada?

    A meia de compressão 30–40 mmHg pertence à classe III da terapia compressiva — a faixa de alta compressão, indicada para condições venosas e linfáticas moderadas a graves que não respondem adequadamente aos níveis mais baixos. Com pressão significativamente superior às meias 15–20 mmHg e 20–30 mmHg, atua com mais eficácia na redução de edemas persistentes, no controle de varizes avançadas, no tratamento da síndrome pós-trombótica e no manejo do linfedema. Por sua intensidade, o uso de meias 30–40 mmHg exige prescrição ou orientação de médico ou fisioterapeuta — a avaliação da circulação arterial antes do início do uso é fundamental para garantir a segurança do tratamento.
    Importante: meias de compressão 30–40 mmHg são dispositivos de uso terapêutico. Não utilize sem orientação profissional — em pessoas com comprometimento arterial periférico, insuficiência cardíaca descompensada ou outras contraindicações, a compressão elevada pode ser prejudicial. Consulte seu médico ou angiologista antes de iniciar o uso.
    Com mais de 60 anos de história e mais de 150 mil avaliações no Google, a Santa Apolônia oferece meias de compressão 30–40 mmHg das melhores marcas — com atendimento especializado e entrega para todo o Brasil.

    Entendendo os Níveis de Compressão: Onde o 30–40 mmHg se Encaixa?

    A compressão das meias terapêuticas é medida em milímetros de mercúrio (mmHg) no tornozelo — o ponto de maior pressão. Quanto maior o número, mais intensa a compressão e mais específica a indicação clínica:

    15–20 mmHg Classe I — Leve

    Prevenção, pernas cansadas, uso em viagens e esporte. Sem necessidade de prescrição.

    20–30 mmHg Classe II — Média

    Varizes moderadas, edema, gestação, pós-operatório. Recomendada orientação profissional.

    30–40 mmHg Classe III — Alta

    Varizes graves, linfedema, síndrome pós-trombótica, úlceras venosas. Prescrição necessária.

    Por que o nível certo importa: usar uma compressão mais alta do que a indicada não oferece mais benefício — pelo contrário, pode causar desconforto, marcas na pele e, em casos de comprometimento arterial não diagnosticado, comprometer a circulação. O nível 30–40 mmHg só deve ser utilizado quando os níveis inferiores não forem suficientes para o controle da condição.

    Quando a Meia 30–40 mmHg é Indicada?

    A faixa 30–40 mmHg é prescrita para condições venosas e linfáticas mais graves, em que a compressão moderada (20–30 mmHg) não é suficiente para controlar os sintomas. As principais indicações, conforme diretrizes da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e do European Venous Forum:

    Insuficiência Venosa Crônica Grave (C4–C6)

    Estágios avançados da escala CEAP, com alterações cutâneas significativas — hiperpigmentação, lipodermatoesclerose, atrofia branca — e alto risco de ulceração ou úlcera venosa ativa. A compressão 30–40 mmHg reduz a hipertensão venosa ambulatorial e melhora a oxigenação tecidual, favorecendo a cicatrização.

    Insuficiência venosa

    Úlceras Venosas (Ativas ou em Cicatrização)

    A compressão 30–40 mmHg é padrão ouro no tratamento conservador de úlceras venosas, conforme evidências do Cochrane Database. Reduz o edema peri-ulceroso, melhora o retorno venoso e cria condições favoráveis à cicatrização. Geralmente associada a curativos específicos para feridas crônicas.

    Úlcera venosa

    Síndrome Pós-Trombótica (SPT)

    Sequela crônica após trombose venosa profunda (TVP), com dano permanente às válvulas venosas. Causa dor, edema, sensação de peso e, nos casos graves, úlceras. A compressão 30–40 mmHg é indicada para casos de SPT moderada a grave, reduzindo a hipertensão venosa e os sintomas a longo prazo.

    Pós-trombótica

    Linfedema Grau II e III

    Acúmulo crônico de linfa com fibrose progressiva do tecido subcutâneo. Nos estágios II e III, a compressão 30–40 mmHg é parte essencial da Terapia Complexa Descongestiva (TCD), associada à drenagem linfática manual e exercícios. Mantém os resultados obtidos na fase intensiva do tratamento.

    Linfedema

    Varizes Extensas com Sintomas Graves

    Varizes de grosso calibre com edema persistente, dor intensa e sintomas que não respondem ao nível 20–30 mmHg. Indicada especialmente no pré e pós-operatório de cirurgia de varizes (safenectomia, LASER endovenoso) para controle do edema e prevenção de complicações.

    Varizes graves Pós-operatório

    Prevenção de TVP em Pacientes de Alto Risco

    Em contextos hospitalares e cirúrgicos, pacientes com múltiplos fatores de risco para trombose venosa profunda — cirurgia de grande porte, imobilidade prolongada, histórico de TVP — podem se beneficiar da compressão 30–40 mmHg em combinação com anticoagulação. Sempre com indicação e monitoramento médico.

    Profilaxia TVP

    Modelos de Meia 30–40 mmHg: Altura e Ponteira

    A escolha do modelo deve seguir a indicação do profissional de saúde, considerando a localização dos sintomas e as necessidades do paciente:

    Modelo Cobertura Quando é indicado
    Panturrilha 3/4 Tornozelo até abaixo do joelho Edema e insuficiência venosa restritos ao tornozelo e panturrilha. Úlceras venosas localizadas no terço inferior da perna. Modelo mais utilizado na prática clínica cotidiana
    Meia-coxa 7/8 Tornozelo até a coxa Quando a insuficiência venosa ou o linfedema envolvem a coxa. Varizes de grosso calibre acima do joelho. Maior superfície de compressão — mais difícil de calçar, especialmente em compressão 30–40 mmHg
    Meia-calça Tornozelo até a cintura Linfedema bilateral, insuficiência venosa envolvendo toda a extensão dos membros inferiores, ou quando indicado por especialista para compressão abdominal associada
    Ponteira Aberta Dedos descobertos Facilita a higienização dos dedos, permite monitorar a coloração da pele e é mais fácil de calçar em compressões elevadas. Indicada especialmente quando há úlceras nos dedos ou necessidade de curativo na região
    Ponteira Fechada Dedos cobertos Cobertura completa do pé. Preferida por alguns pacientes por sensação de meia convencional. Não há diferença clínica relevante na eficácia terapêutica entre ponteira aberta e fechada
    Atenção ao calçar: meias de compressão 30–40 mmHg são consideravelmente mais difíceis de calçar do que as de níveis inferiores. O uso de calçadeiras específicas para meias de compressão facilita muito o processo — especialmente para idosos, pacientes com mobilidade reduzida ou dor ao se abaixar. Pergunte ao nosso atendimento sobre os acessórios disponíveis.

    Como Usar a Meia de Compressão 30–40 mmHg Corretamente

    • Calce pela manhã, antes de levantar: o momento ideal é logo ao acordar, antes de ficar em pé — quando o edema ainda não se formou. Deitar-se com as pernas elevadas por alguns minutos antes de calçar facilita ainda mais o processo em casos de edema intenso
    • Use a calçadeira se necessário: em compressões 30–40 mmHg, o esforço para calçar a meia sem auxílio pode ser significativo. A calçadeira de aço inoxidável ou o aplicador de meia reduzem o esforço e evitam danos à malha
    • Distribua a meia uniformemente: nunca deixe a meia dobrada ou com rugas — especialmente na região do tornozelo e por trás do joelho. Dobras criam pontos de pressão excessiva que podem causar lesões na pele
    • Use durante todo o período de atividade: em geral, a meia deve ser usada do momento em que se levanta até a hora de deitar. O tempo exato de uso diário deve seguir a orientação do médico ou fisioterapeuta responsável
    • Monitore a pele regularmente: ao retirar a meia, verifique se há marcas excessivas, vermelhidão intensa, áreas de pressão ou alterações na coloração da pele. Em caso de qualquer sinal de comprometimento, interrompa o uso e consulte o profissional de saúde
    • Cuide corretamente da meia: lave diariamente com água morna e sabão neutro ou em máquina no ciclo delicado. Nunca use secadora, alvejante ou amaciante — degradam a elasticidade. Seque à sombra na horizontal. Com cuidados adequados, a compressão efetiva é mantida por 4 a 6 meses de uso diário

    Contraindicações: Quando Não Usar a Meia 30–40 mmHg

    A compressão 30–40 mmHg é contraindicada nas seguintes situações — por isso a avaliação médica prévia é indispensável:

    Doença Arterial Periférica (DAP)

    Qualquer grau de comprometimento do fluxo arterial nos membros inferiores contraindica o uso de compressão elevada. O índice tornozelo-braquial (ITB) deve ser avaliado antes do início da terapia compressiva — especialmente em diabéticos e idosos, onde a DAP pode ser assintomática.

    Contraindicação absoluta

    Insuficiência Cardíaca Descompensada

    A compressão elevada aumenta o retorno venoso e pode sobrecarregar um coração já comprometido. Em pacientes cardíacos com edema, a causa do edema deve ser investigada e tratada antes de iniciar a terapia compressiva.

    Contraindicação absoluta

    Infecções Agudas na Pele

    Erisipela, celulite e outras infecções bacterianas agudas na área de compressão contraindicam o uso temporário da meia — a compressão pode agravar a disseminação da infecção. Retomar o uso somente após resolução completa do quadro infeccioso.

    Contraindicação temporária

    Neuropatia Periférica Grave

    Pacientes com perda importante de sensibilidade nos pés — como no diabetes avançado — podem não perceber compressão excessiva ou pontos de pressão anormal, aumentando o risco de lesões. Nesses casos, o monitoramento profissional frequente é obrigatório se o uso for indicado.

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    Principais Marcas de Meia de Compressão 30–40 mmHg

    Sigvaris

    Empresa suíça fundada em 1864 — mais de 150 anos de especialização em compressão médica. Na faixa 30–40 mmHg, a Sigvaris oferece linhas como a Comfort e a Essential, com tecidos de alta durabilidade, excelente distribuição de compressão e disponibilidade em ponteira aberta e fechada. Referência mundial em compressão terapêutica de alta classe.

    Suíça · +150 anos

    Venosan

    Marca suíça com fabricação nacional no Brasil, integrante do grupo Lohmann & Rauscher (L&R). Na faixa 30–40 mmHg, destaca-se pelo custo-benefício superior e pela qualidade de compressão consistente. Boa durabilidade e disponibilidade de tamanhos para diferentes biotipos.

    Suíça · Fab. nacional

    Medi

    Fabricante alemã fundada em 1951, presente em mais de 90 países. Na linha 30–40 mmHg, a Medi é especialmente reconhecida pelos modelos para linfedema e insuficiência venosa grave, com tecidos técnicos de alta resistência e excelente conformação anatômica mesmo em pressões elevadas.

    Alemanha · Desde 1951

    Jobst

    Pioneira americana em compressão terapêutica desde 1950. Na faixa 30–40 mmHg, a Jobst tem modelos amplamente utilizados em contextos clínicos e hospitalares para tratamento de úlceras venosas e síndrome pós-trombótica. Reconhecida pela consistência da compressão ao longo do dia de uso.

    EUA · Desde 1950

    Perguntas Frequentes sobre Meia de Compressão 30–40 mmHg

    Para a compra direta, não é legalmente obrigatória receita médica. No entanto, meias de compressão 30–40 mmHg são dispositivos de uso terapêutico de alta compressão — e o uso sem avaliação profissional traz riscos reais, especialmente para pessoas com comprometimento arterial periférico não diagnosticado (frequente em diabéticos e idosos). A avaliação do índice tornozelo-braquial (ITB) pelo médico antes do início da terapia é fundamental para garantir que a compressão elevada é segura para o seu caso específico. Sempre que possível, consulte um angiologista, flebologista ou médico de família antes de comprar.

    A diferença está na intensidade da compressão e nas indicações clínicas. A meia 20–30 mmHg (Classe II) é indicada para insuficiência venosa leve a moderada, varizes aparentes, edema moderado e prevenção em situações de risco — com recomendação de orientação profissional. A meia 30–40 mmHg (Classe III) é reservada para condições mais graves: insuficiência venosa avançada com alterações cutâneas, úlceras venosas, síndrome pós-trombótica e linfedema de grau II/III — sempre com prescrição ou supervisão médica. A meia 30–40 mmHg é mais difícil de calçar, exige maior resistência do tecido e tem indicações bem mais específicas. Se você está em dúvida entre os dois níveis, essa definição cabe ao profissional de saúde que acompanha seu caso.

    Sim — a faixa 30–40 mmHg é uma das mais indicadas para o linfedema nos membros inferiores, especialmente nos estágios II e III. Faz parte do protocolo de Terapia Complexa Descongestiva (TCD), sendo usada na fase de manutenção para preservar o volume obtido durante as sessões de drenagem linfática manual. Para linfedema, a escolha do modelo exato — altura, ponteira, material —, a medição correta e o acompanhamento por linfologista ou fisioterapeuta especializado são fundamentais para o sucesso do tratamento.

    O tamanho correto é determinado pela medição das circunferências do membro — tornozelo (ponto mais estreito, acima do maléolo), panturrilha (ponto mais largo) e coxa (para modelos 7/8 ou meia-calça, logo abaixo da dobra glútea). As medições devem ser feitas pela manhã, antes do edema se instalar, com o paciente em posição ortostática (em pé). Cada marca tem sua própria tabela de tamanhos — sempre confira a tabela específica da marca escolhida, pois os tamanhos não são universais entre fabricantes. Em casos de linfedema ou edema assimétrico, a medição pelo fisioterapeuta é indispensável para garantir a compressão correta em toda a extensão do membro.

    O protocolo padrão é usar durante todo o período de atividade — calçar pela manhã antes de levantar e retirar ao deitar, totalizando aproximadamente 12 a 16 horas de uso diário. Em pacientes com linfedema, algumas situações podem exigir uso durante a noite com bandagem de baixa elasticidade, conforme indicação do fisioterapeuta linfólogo. O tempo e a frequência exatos de uso devem ser definidos pelo profissional que prescreveu a meia, considerando a condição clínica, a tolerância do paciente e a resposta ao tratamento.

    Com lavagem diária e cuidados adequados — sem secadora, alvejante ou amaciante — meias de compressão de boa qualidade mantêm a compressão efetiva por 4 a 6 meses de uso diário. Para garantir a continuidade do tratamento sem interrupção para lavagem, o ideal é ter dois pares: usar um enquanto o outro está lavando e secando. Quando a meia perde elasticidade visivelmente, começa a deslizar, deixa de exercer compressão perceptível no tornozelo ou apresenta danos no tecido, é hora de substituir — independentemente do tempo de uso.

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    Conteúdo elaborado com base em evidências clínicas e diretrizes de especialistas em angiologia, flebologia e terapia linfática. Referências: Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) · European Venous Forum (EVF) · Cochrane Database of Systematic Reviews · Journal of Vascular Surgery · Phlebology · American College of Chest Physicians (ACCP) · International Society of Lymphology.

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