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    Sobre Pós Cirúrgico

    O pós-operatório começa antes mesmo da alta hospitalar — e os produtos certos fazem diferença direta na velocidade de recuperação, no controle da dor e na prevenção de complicações. Na Santa Apolônia, reunimos tudo o que você precisa para cada tipo de cirurgia: cintas de compressão, muletas, meias, curativos e órteses, com orientação para que você escolha o produto adequado à sua cirurgia e ao seu momento de recuperação.

    Os produtos pós-cirúrgicos variam muito conforme o procedimento. Abaixo organizamos por tipo de cirurgia e por necessidade, para facilitar a sua busca.

    Produtos por tipo de cirurgia

    Cirurgias plásticas — abdominoplastia, lipoaspiração e mamoplastia

    Nas cirurgias de contorno corporal, a compressão adequada é parte essencial do protocolo de recuperação. Uma cinta pós-cirúrgica de compressão graduada reduz o edema, modela o resultado e protege a região operada nos primeiros dias e semanas. Cada procedimento tem indicações específicas:

    • Para abdominoplastia e recuperação abdominal, a cinta deve cobrir toda a região do abdômen com compressão uniforme e abertura frontal para facilitar a troca de curativo.
    • Na lipoaspiração e contorno corporal, o uso contínuo da cinta nas primeiras semanas é fundamental para moldar o resultado e evitar o acúmulo de líquido na região tratada.
    • Após mamoplastia ou colocação de prótese, o sutiã pós-operatório sem bojo e com fechamento frontal oferece sustentação sem pressionar a cicatriz — indicado normalmente por 30 a 60 dias conforme orientação do cirurgião.

    Cirurgias ortopédicas — joelho, quadril, tornozelo e coluna

    A recuperação ortopédica costuma envolver três categorias de produtos em paralelo. A mobilidade é restrita nas primeiras semanas, tornando necessária uma muleta para pós-operatório de joelho, quadril e tornozelo — o tipo e o tempo de uso variam conforme a cirurgia e a orientação do ortopedista. Ao mesmo tempo, órteses e imobilizadores ortopédicos protegem a região operada e mantêm o alinhamento durante a cicatrização. E as meias de compressão para pós-operatório vascular e ortopédico são frequentemente prescritas para prevenir trombose durante o período de imobilidade.

    Cirurgias com ferida aberta — cuidados com a cicatriz

    Independentemente do tipo de cirurgia, o cuidado correto com a ferida cirúrgica acelera a cicatrização e reduz o risco de infecção. Nossa linha de curativos adequados para ferida cirúrgica inclui coberturas de silicone para cicatrizes, curativos não aderentes para regiões sensíveis e fitas de silicone para prevenção de queloides — cada um com indicação precisa conforme a fase da cicatrização.

    Mastectomia e cirurgias oncológicas

    A recuperação após mastectomia tem necessidades específicas de conforto e adaptação. Nossa linha de produtos para pós-operatório de mastectomia inclui sutiãs pós-cirúrgicos, próteses externas e acessórios desenvolvidos para esse momento de recuperação.

    Modeladores e recuperação do contorno corporal

    Após o período inicial de compressão intensa, os modeladores de transição oferecem compressão mais leve para a fase final de recuperação — quando o edema residual ainda está presente mas a ferida já está fechada. Também são indicados para quem busca sustentação e modelagem no dia a dia, sem indicação cirúrgica.

    Do pós-operatório à reabilitação

    Depois da fase aguda — quando a ferida fecha e o edema reduz —, o próximo passo costuma ser a reabilitação funcional. Fisioterapia, fortalecimento muscular e retorno progressivo às atividades são parte do protocolo para a maioria das cirurgias ortopédicas e de grande porte. Se você está nessa fase, veja nossos equipamentos e cremes para fisioterapia e reabilitação em casa.

    Dúvidas frequentes sobre pós-operatório

    Quais produtos são essenciais no pós-operatório?

    Os produtos variam conforme o tipo de cirurgia, mas os mais comuns são: cinta ou sutiã de compressão (cirurgias plásticas e abdominais), muleta ou imobilizador ortopédico (cirurgias de membros), meia de compressão (indicada na maioria dos pós-operatórios para prevenção de trombose), curativos especializados para a ferida cirúrgica e, em alguns casos, equipamentos para fisioterapia domiciliar. Siga sempre a lista de materiais indicada pelo seu cirurgião — ela é específica para o seu procedimento.

    Quanto tempo usar muleta após cirurgia no joelho?

    O tempo de uso da muleta após cirurgia no joelho varia conforme o procedimento. Em artroscopias simples, o uso costuma ser de 3 a 7 dias. Após ligamentoplastia (reconstrução do LCA), o período varia entre 2 e 6 semanas dependendo do protocolo do cirurgião. Em próteses totais de joelho, o tempo pode chegar a 4 a 6 semanas. O abandono precoce da muleta sem liberação médica pode comprometer a cicatrização e sobrecarregar a articulação — sempre aguarde a orientação do ortopedista ou fisioterapeuta antes de deixar de usar.

    Preciso usar meia de compressão após cirurgia?

    Na grande maioria dos casos, sim. A meia de compressão é um dos itens mais prescritos no pós-operatório porque a imobilidade aumenta significativamente o risco de trombose venosa profunda (TVP). O uso começa, em muitos protocolos, ainda dentro do hospital, e continua por semanas após a alta. O grau de compressão indicado — leve, moderado ou forte — varia conforme o procedimento e o histórico vascular do paciente. Nunca compre sem saber a indicação: o nível errado pode ser ineficaz ou, em casos de doença arterial, contraindicado.

    Como cuidar da cicatriz cirúrgica em casa?

    O cuidado com a cicatriz começa pela limpeza adequada — solução salina ou água e sabão neutro, conforme orientação do cirurgião — e pela troca regular do curativo. Nas primeiras semanas, evite exposição solar direta na região e umidade excessiva. Após a ferida fechar completamente, fitas de silicone aplicadas diariamente por 2 a 3 meses ajudam a achatar a cicatriz e prevenir queloides. Massagem na cicatriz — iniciada somente após liberação médica, geralmente após 30 dias — melhora a elasticidade do tecido. Qualquer sinal de infecção (vermelhidão, calor, secreção com odor ou febre) exige avaliação médica imediata.

    Qual cinta usar após abdominoplastia?

    Após abdominoplastia, a cinta deve cobrir toda a região abdominal — do tórax até o quadril — com compressão uniforme e sem dobras que possam criar marcas ou interromper a circulação. O fechamento frontal com velcro ou ganchos facilita a colocação e a troca de curativo sem precisar remover toda a peça. Nas primeiras semanas o uso é contínuo (apenas retirada para banho); na segunda fase, o médico costuma liberar o uso somente durante o dia. O tempo total varia entre 60 e 90 dias. Evite cintas com barbatanas ou estruturas rígidas na área da cicatriz.

    Por quanto tempo usar cinta após lipoaspiração?

    O protocolo mais comum após lipoaspiração é o uso contínuo da cinta por 30 dias, seguido de mais 30 a 60 dias de uso apenas durante o dia. O tempo total varia conforme a extensão da área tratada e a orientação do cirurgião. O objetivo da cinta nessa fase é comprimir o espaço criado pela remoção da gordura, reduzir o edema, evitar o acúmulo de líquido (seroma) e ajudar a pele a se retrair sobre o novo contorno. Interromper o uso antes do prazo indicado aumenta o risco de irregularidades no resultado final.

    Qual cinta usar após colocação de prótese de silicone?

    Após mamoplastia com prótese, o sutiã indicado é o pós-cirúrgico sem bojo, sem aro e com fechamento frontal — que oferece sustentação sem exercer pressão sobre a cicatriz ou deslocar a prótese. O uso costuma ser contínuo por 30 a 60 dias. Sutiãs com aro são contraindicados nesse período porque podem interferir no posicionamento da prótese e causar dor na cicatriz. Modelos com alça larga no ombro distribuem melhor o peso e aumentam o conforto nas primeiras semanas.

    Quando começar a usar cinta após cesárea?

    Após cesárea, a cinta abdominal pode ser iniciada entre 24 e 48 horas após o parto, desde que haja liberação médica e que a compressão não cause desconforto na região da cicatriz. Ela ajuda a dar suporte à musculatura abdominal enfraquecida, reduzir o edema e aliviar a dor ao se movimentar nas primeiras semanas. O tempo de uso habitual é de 30 a 60 dias. Atenção: a cinta não deve comprimir a cicatriz diretamente — posicione-a logo abaixo ou acima da incisão, conforme a orientação do obstetra ou fisioterapeuta.

    Quando é indicado o uso de bota imobilizadora?

    A bota imobilizadora é indicada em fraturas de tornozelo, pé e tíbia distal, em lesões dos ligamentos do tornozelo com instabilidade, após cirurgias nessa região e em casos de tendinite ou ruptura do tendão de Aquiles. Ela substitui o gesso em muitos protocolos modernos por permitir retirada para higiene e fisioterapia. O tempo de uso varia entre 4 e 12 semanas conforme a gravidade da lesão. Em fraturas, o ortopedista pode indicar o uso com ou sem apoio de peso — siga essa orientação com rigor, pois apoiar o peso antes do tempo pode comprometer a consolidação óssea.

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